Massagem Corporal e Facial (Terapêutica, Relaxante, Drenagem Linfática), Shiatsu, Quick Massage, Reiki, Acupuntura com Cristais Radiônicos e Acupuntura Estética.
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terça-feira, 1 de novembro de 2011
Auriculoterapia com Cristais radiônicos e sua terapêutica
A Auriculoterapia trata do corpo todo através de pontos chamados de "pontos reflexos" localizados nas orelhas.
Os Cristais Radiônicos são cristais especiais pois além de suas propriedades naturais, contém programações de cura e liberação de padrões negativos físicos e emocionais. Estas programações são feitas pela radiestesia e radiônica.
Quando colocado num ponto de acupuntura, além do estímulo fisiológico, o cristal induz uma freqüência de perfeição e equilibrio igual ou superior a 8000 angstroms de potência reequilibrante. Ele age como uma corrente elétrica indolor que percorre o corpo a partir deste ponto para reequilíbrar todas as suas funções.
No aspecto emocional ele atua fortemente também nos quadros de traumas, tristezas, emoções guardadas há muito tempo e que dificultam os relacionamentos e uma vida saudável. Equilibrio emocional é paz interior.
Pode tratar ansiedade, insegurança, excesso de peso, melhorar o rendimento esportivo e nos estudos, eliminar medos e fobias, tratar dores fisicas e emocionais, pois estimula o potencial energético do organismo, reequilibrando o funcionamento dos orgãos, da mente e das emoções.
O funcionamento dos cristais lembra a importância do conceito milenar da intenção nos tratamentos. Por isso, escolha bem o terapeuta. Não basta ser simpático e ter muitos conhecimentos teóricos. Analise sua vida pessoal e profissional, busque uma pessoa que você sinta tranquilidade, segurança e confiança plena, pois um tratamento rápido e duradouro depende muito do equilibrio do terapeuta e de que ele tenha uma intenção precisa, firme e positiva.Neste método são utilizadas outras técnicas como a PNL e a Bionergética.
Este maravilhoso instrumento de trabalho foi desenvolvido pelo engenheiro e acupunturista Raul Breves. Estudioso de acupuntura desde 1980, professor especializado em diagnósticos.
Atendimentos com hora marcada:
Ligue e informe-se:
11 2216-2242 e 6464-5094
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Eliminando mágoa em 1 minuto
Enviado por raulbreves em 15/02/2009
Neste vídeo histórico (foi o primeiro vídeo que realizei sobre a técnica psíquica dos cristais) explico em detalhes os passos necessários para a eliminação de preocupações, traumas... com a utilização dos Cristais Radiônicos. Nesse caso foi uma mágoa antiga.
http://www.youtube.com/watch?v=U0G1AQrXKqU&feature=related
Neste vídeo histórico (foi o primeiro vídeo que realizei sobre a técnica psíquica dos cristais) explico em detalhes os passos necessários para a eliminação de preocupações, traumas... com a utilização dos Cristais Radiônicos. Nesse caso foi uma mágoa antiga.
http://www.youtube.com/watch?v=U0G1AQrXKqU&feature=related
sábado, 23 de julho de 2011
Auriculoterapia com Cristais radiônicos
PRINCÍPIO DOS CRISTAIS RADIÔNICOS
“A grande descoberta da medicina chinesa não foram as agulhas, foram os meridianos com seus respectivos pontos mais a intenção que se deve impingir a eles”.
A partir de experiências em pequenas esferas/cristais auriculares (maio/2008), gravando nelas o mesmo programa que utilizava em minhas emissões radiônicas foi que surgiram os Cristais Radiônicos.
Há 2 vídeos que explicam a importância deles no mundo moderno.
Num deles, temos sobre o experimento da dupla fenda de Thomas Young.
Foi por conta da interferência do observador que descobrimos cientificamente sobre os perigos de emoções persistentemente danosas.
O corpo humano é composto de 75% de água, e elas se moldam aos afetos do ambiente (Massaro Emoto).
Além disso, estudos demonstram as vantagens dela estar em formato de clusters biológicos (3 a 6 moléculas agrupadas). Nesse formato ela intervém directamente nas reacções químicas. Esses clusters normalmente não se encontram na natureza pois são formados dentro dos organismo vivos, função realizada pelos rins.
Sob estresse os clusters tornam-se muito grandes, impedindo as células de excretarem muitos dos sub-produtos nocivos provenientes da actividade celular como os poluentes que ingerimos com os alimentos. No outro vídeo, existe um estudo radiestésico, que inclusive nos remete a compreender parte dos efeitos curativos dos Cristais Radiônicos, e da importância de educarmos nossa mente no bem... Nossa mente cria a nossa realidade!
http://www.medichina.com.br/paginas/cristais.php
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Acupuntura e reiki agora têm explicação científica.
Pesquisadores avaliam efeitos e mecanismo de terapias alternativas em animais de laboratório
por Bruna Bernacchio
Ricardo Monezi testou o Reiki em ratos com câncer (Ilustração: Matheus Lopes)
Pesquisas recentes comprovam efeitos benéficos e até encontram explicações científicas para acupuntura e reiki. Estudos sobre o assunto, antes restritos às universidades orientais, ganharam espaço entre pesquisadores americanos, europeus e até brasileiros. Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou uma denominação especial para esses métodos: são as terapias integrativas.
Um artigo exmecanismo da acupuntura contra a dor foi publicado por pesquisadores da Universidade de Rochester na revista Nature Neuroscience em 30 de maio. Criada há quatro mil anos, a prática consiste na aplicação de agulhas em pontos do corpo. Pela explicação tradicional, ela ativa determinadas correntes energéticas para equilibrar a energia do organismo.
Cientificamente, as agulhas teriam efeitos no sistema nervoso central (cérebro e espinha dorsal). As células cerebrais são ativadas e liberam endorfina, um neurotransmissor responsável pela sensação de relaxamento e bem-estar. O estudo dos nova-iorquinos descobriu uma novidade: a terapia, que atinge tecidos mais profundos da pele, teria efeitos no sistema nervoso periférico. As agulhas estimulam também a liberação de outro neurotransmissor, a adenosina, com poder antiinflamatório e analgésico.
No experimento com camundongos com dores nas patas, cientistas aplicavam as agulhas no joelho do animal. Eles constataram que o nível de adenosina na pele da região era 24 vezes maior do que o normal e que houve uma redução do desconforto em dois terços.
A equipe tentou potencializar a eficácia da terapia, colocou um medicamento usado para tratar câncer nas agulhas. A droga aprimorou o tratamento: o nível de adenosina e a duração dos efeitos no organismo dos aniamis praticamente tripliquase triplicou e o tempo de duração dos efeitos no organismo dos ratos também triplicou. Mas este método não poderia ser feito em humanos porque o medicamento ainda não é usado clinicamente. “O próximo passo é testar a droga em pessoas, para aperfeiçoá-la ou para encontrar outras drogas com o mesmo efeito”, diz Maiken Nedergaard, coordenadora do estudo.
Reiki
Seus praticantes acreditam nos efeitos benéficos da energia das mãos do terapeuta colocadas sobre o corpo do paciente contra doenças. Para entender as alterações biológicas do reiki, o psicobiólogo Ricardo Monezi testou o tratamento em camundongos com câncer. “O animal não tem elaboração psicológica, fé, crenças e a empatia pelo tratador. A partir da experimentação com eles, procuramos isolar o efeito placebo”, diz. Para a sua pesquisa na USP, Monezi escolheu o reiki entre todas as práticas de imposição de mãos por tratar-se da única sem conotação religiosa.
No experimento, a equipe de pesquisadores dividiu 60 camundongos com tumores em três grupos. O grupo controle não recebeu nenhum tipo de tratamento; o grupo “controle-luva” recebeu imposição com um par de luvas preso a cabos de madeira; e o grupo “impostação” teve o tratamento tradicional sempre pelas mãos da mesma pessoa.
Imposição de mãos nos grupos "Controle-Luva" e "Impostação", respectivamente (imagens retiradas do mestrado de Monezi)
Depois de sacrificados, os animais foram avaliados quanto a sua resposta imunológica, ou seja, a capacidade do organismo de destruir tumores. Os resultados mostraram que, nos animais do grupo “impostação”, os glóbulos brancos e células imunológicas tinham dobrado sua capacidade de reconhecer e destruir as células cancerígenas.
“Não sabemos ainda distinguir se a energia que o reiki trabalha é magnética, elétrica ou eletromagnética. Os artigos descrevem- na como ‘energia sutil’, de natureza não esclarecida pela física atual”, diz Monezi. Segundo ele, essa energia produz ondas físicas, que liberam alguns hormônios capazes de ativar as células de defesa do corpo. A conclusão do estudo foi que, como não houveram diferenças significativas nos os grupos que não receberam o reiki, as alterações fisiológicas do grupo que passou pelo tratamento não são decorrentes de efeito placebo.
A equipe de Monezi começou agora a analisar os efeitos do reiki em seres humanos. O estudo ainda não está completo, mas o psicobiólogo adianta que o primeiro grupo de 16 pessoas, apresenta resultados positivos. “Os resultados sugerem uma melhoria, por exemplo, na qualidade de vida e diminuição de sintomas de ansiedade e depressão”. O trabalho faz parte de sua tese de doutorado pela Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).
E esses não são os únicos trabalhos desenvolvidos com as terapias complementares no Brasil. A psicobióloga Elisa Harumi, avalia o efeito do reiki em pacientes que passaram por quimioterapia; a doutora em acupuntura Flávia Freire constatou melhora de até 60% em pacientes com apnéia do sono tratados com as agulhas, ambas pela Unifesp. A quantidade pesquisas recentes sobre o assunto mostra que a ciência está cada vez mais interessada no mecanismo e efeitos das terapias alternativas.
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI152042-17770,00-ACUPUNTURA+E+REIKI+AGORA+TEM+EXPLICACAO+CIENTIFICA.html
por Bruna Bernacchio
Ricardo Monezi testou o Reiki em ratos com câncer (Ilustração: Matheus Lopes)
Pesquisas recentes comprovam efeitos benéficos e até encontram explicações científicas para acupuntura e reiki. Estudos sobre o assunto, antes restritos às universidades orientais, ganharam espaço entre pesquisadores americanos, europeus e até brasileiros. Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou uma denominação especial para esses métodos: são as terapias integrativas.
Um artigo exmecanismo da acupuntura contra a dor foi publicado por pesquisadores da Universidade de Rochester na revista Nature Neuroscience em 30 de maio. Criada há quatro mil anos, a prática consiste na aplicação de agulhas em pontos do corpo. Pela explicação tradicional, ela ativa determinadas correntes energéticas para equilibrar a energia do organismo.
Cientificamente, as agulhas teriam efeitos no sistema nervoso central (cérebro e espinha dorsal). As células cerebrais são ativadas e liberam endorfina, um neurotransmissor responsável pela sensação de relaxamento e bem-estar. O estudo dos nova-iorquinos descobriu uma novidade: a terapia, que atinge tecidos mais profundos da pele, teria efeitos no sistema nervoso periférico. As agulhas estimulam também a liberação de outro neurotransmissor, a adenosina, com poder antiinflamatório e analgésico.
No experimento com camundongos com dores nas patas, cientistas aplicavam as agulhas no joelho do animal. Eles constataram que o nível de adenosina na pele da região era 24 vezes maior do que o normal e que houve uma redução do desconforto em dois terços.
A equipe tentou potencializar a eficácia da terapia, colocou um medicamento usado para tratar câncer nas agulhas. A droga aprimorou o tratamento: o nível de adenosina e a duração dos efeitos no organismo dos aniamis praticamente tripliquase triplicou e o tempo de duração dos efeitos no organismo dos ratos também triplicou. Mas este método não poderia ser feito em humanos porque o medicamento ainda não é usado clinicamente. “O próximo passo é testar a droga em pessoas, para aperfeiçoá-la ou para encontrar outras drogas com o mesmo efeito”, diz Maiken Nedergaard, coordenadora do estudo.
Reiki
Seus praticantes acreditam nos efeitos benéficos da energia das mãos do terapeuta colocadas sobre o corpo do paciente contra doenças. Para entender as alterações biológicas do reiki, o psicobiólogo Ricardo Monezi testou o tratamento em camundongos com câncer. “O animal não tem elaboração psicológica, fé, crenças e a empatia pelo tratador. A partir da experimentação com eles, procuramos isolar o efeito placebo”, diz. Para a sua pesquisa na USP, Monezi escolheu o reiki entre todas as práticas de imposição de mãos por tratar-se da única sem conotação religiosa.
No experimento, a equipe de pesquisadores dividiu 60 camundongos com tumores em três grupos. O grupo controle não recebeu nenhum tipo de tratamento; o grupo “controle-luva” recebeu imposição com um par de luvas preso a cabos de madeira; e o grupo “impostação” teve o tratamento tradicional sempre pelas mãos da mesma pessoa.
Imposição de mãos nos grupos "Controle-Luva" e "Impostação", respectivamente (imagens retiradas do mestrado de Monezi)
Depois de sacrificados, os animais foram avaliados quanto a sua resposta imunológica, ou seja, a capacidade do organismo de destruir tumores. Os resultados mostraram que, nos animais do grupo “impostação”, os glóbulos brancos e células imunológicas tinham dobrado sua capacidade de reconhecer e destruir as células cancerígenas.
“Não sabemos ainda distinguir se a energia que o reiki trabalha é magnética, elétrica ou eletromagnética. Os artigos descrevem- na como ‘energia sutil’, de natureza não esclarecida pela física atual”, diz Monezi. Segundo ele, essa energia produz ondas físicas, que liberam alguns hormônios capazes de ativar as células de defesa do corpo. A conclusão do estudo foi que, como não houveram diferenças significativas nos os grupos que não receberam o reiki, as alterações fisiológicas do grupo que passou pelo tratamento não são decorrentes de efeito placebo.
A equipe de Monezi começou agora a analisar os efeitos do reiki em seres humanos. O estudo ainda não está completo, mas o psicobiólogo adianta que o primeiro grupo de 16 pessoas, apresenta resultados positivos. “Os resultados sugerem uma melhoria, por exemplo, na qualidade de vida e diminuição de sintomas de ansiedade e depressão”. O trabalho faz parte de sua tese de doutorado pela Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).
E esses não são os únicos trabalhos desenvolvidos com as terapias complementares no Brasil. A psicobióloga Elisa Harumi, avalia o efeito do reiki em pacientes que passaram por quimioterapia; a doutora em acupuntura Flávia Freire constatou melhora de até 60% em pacientes com apnéia do sono tratados com as agulhas, ambas pela Unifesp. A quantidade pesquisas recentes sobre o assunto mostra que a ciência está cada vez mais interessada no mecanismo e efeitos das terapias alternativas.
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI152042-17770,00-ACUPUNTURA+E+REIKI+AGORA+TEM+EXPLICACAO+CIENTIFICA.html
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